"A morte não é um acontecimento da vida. A morte não pode ser vivida. Caso se compreenda por eternidade não uma duração temporal infinita, mas a intemporalidade, quem vive no presente é quem vive eternamente. A nossa vida é tanto mais sem fim quanto mais o nosso campo de visão não tem limites."
- Ludwig Wittgenstein, in 'Tratado Lógico-Filosófico'
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Aquilo que impede a maioria das pessoas de enfrentar as suas dificuldades e assumir um comportamento obstinado e radical no sentido do progresso é uma ilusão, que é construída por um esforço colectivo que lhe dá alojamento, na cabeça das pessoas que se consciencializam de uma falsa sensação de progresso. Essa ilusão é o tempo.
O tempo é um factor irreal enquanto consistência existencial sendo determinada como um plano criativo de organização humana, concebido segundo uma percepção humana de uma dimensão que na realidade é apenas importante quando relativa a acontecimentos importantes.
Para poder organizar a sua vida o Homem teve que ordenar uma série de factores sobre os quais precisava assumir uma atitude de controlo e disciplina.
Não deixa de ser curioso que a maioria dos jogadores só se sintam estimulados a agir quando lhes é apresentado um desafio e todos os desafios têm naturalmente obstáculos.
Um obstáculo irreal que o próprio Homem criou é o tempo – uma possibilidade aberta à definição de novas dificuldades desafiantes ligadas a esta dimensão, as metas temporais ou como as designamos normalmente, os prazos.
Apesar do importante estímulo à acção que os prazos representam, a maneira como o Homem organiza a sua vida sendo tão absolutamente condicionado pelo factor temporal é ridícula. Infelizmente os calendários e horários que inicialmente serviram o Homem como forma de orientação, hoje controlam os jogadores de uma forma incrível sendo uma pressão à qual estão muitas vezes submetidos e que os torna em certa medida impotentes.
Pensando bem um dia tem vinte e quatro horas tanto para mim como para qualquer um de vocês mas as tarefas que eu realizo num dia são diferentes das tarefas que as outras pessoas realizam e eu até me demoro mais tempo a realizar a maioria das tarefas que realizo, do que muitas pessoas que realizam tarefas idênticas, e ao mesmo tempo demoro também menos tempo do que muitas outras pessoas.
Em vinte anos um homem pode tornar-se rico e percorrer o mundo e outro homem pode nunca sair da mesma aldeia e continuar pobre como sempre foi.
Obviamente não quero, de todo, propor a abolição da organização temporal da sociedade humana, isso nem sequer seria possível, o que é possível e necessário é relativizar muito a questão do tempo.
O tempo começou por ser uma ficção humana oportunista e tornou-se uma ordenação funcional muitas vezes inoportuna, uma obstrução que avança sobre todos nós como uma forma de pressão constante – uma depressão. Depressão do nosso ritmo pessoal que é esmagado pelo ritmo social – a imposição natural da necessidade de convergência dos esforços da pluralidade que encaixa e conforma qualquer comunidade.
As pessoas deveriam abdicar mais daquilo que lhes é imposto para garantirem o que elas próprias podem estabelecer como prioridades, para que essas sim assumam de facto um lugar prioritário na sua vida.
O que eu quero dizer é que apesar das pessoas estarem obrigadas a cumprir certos deveres é importante que ao mesmo tempo consigam estabelecer dentro do seu espaço de controle um domínio pessoal que lhes permita, sem se afastarem ou perderem noção do ritmo social, ganharem alguma margem para construírem o seu ritmo pessoal. Mas onde eu quero chegar ainda não chegámos.
A verdade é que a maioria das pessoas acaba por ceder à ideia de que as coisas evoluem naturalmente se estiverem vinculadas aos deveres que lhes são impostos e não se afastarem do modelo que lhes é incutido pela afirmação de indução social.
Assumam, para já apenas hipoteticamente, que a sociedade prefere um jogador iludido e falhado que possa ser controlado a um jogador activo que percebe que a sociedade é um organismo que sobrevive na base de uma constante imposição que estabelece para todos um só ritmo, fazendo o tempo trabalhar a seu favor para proteger e garantir a satisfação das suas verdadeiras necessidades.
A sociedade é um corpo, um organismo colectivo que tem ao seu dispor meios competentes para prosseguir fins em nome do bem comum dos seus membros. Contudo e como depois veremos esses fins anunciados são apenas parcialmente concretizados, e são tanto estes fins, como os outros que nunca chegam a ser satisfeitos, que legitimam a imposição da autoridade social, o tal Estado.
O que vamos tentar perceber, mais à frente, é quais são os fins e interesses reais não declarados que o Estado protege e assegura, recorrendo aos seus meios legítimos.
É preciso muito cuidado quando se fala no factor temporal como factor de mudança, dado que o tempo pode apenas arrastar-nos com os outros falhados num plano de contribuição para o êxito dos objectivos daqueles que têm êxito impondo a sua vontade.
No Jogo da Vida todos os jogadores se deparam com dificuldades que os separam dos seus objectivos.
Na base de uma aferição de critérios que permitam avaliar os jogadores face às dificuldades que enfrentam, podemos fazer uma diferenciação entre atitudes que definem vários tipos de jogadores. Temos os jogadores que no percurso para o sucesso quando se deparam com um grande rio que os separa do seu destino constroem um barco com remos para chegar à outra margem, e estes são os jogadores que vencem. Depois temos aqueles jogadores que quando vêem à sua frente um obstáculo tão grande como um rio perdem o interesse no seu objectivo e procuram outro menos difícil. Temos também aqueles jogadores que quando deparados com um grande rio ficam na sua margem esperando que com o tempo alguém construa uma ponte para o outro lado ou que passe um barco que os leve para a outra margem. E por fim temos aqueles jogadores que se atiram ao rio e gritam “Jerónimo!” enquanto pedem à sorte que um milagre os leve até à margem oposta, sendo que alguns conseguem lá chegar mas a maioria morre afogada (de qualquer forma mesmo os que se safam acabam um dia por se afogar).
Estes últimos exemplificam uma atitude de desrespeito para com a sua própria vida na medida em que se deixam, constantemente, ficar numa posição em que não têm controlo sobre o seu destino e isto acaba por causar a estes jogadores perdas insuportáveis. Ninguém pode ser bem sucedido se não enfrentar o seu medo, mas enfrentar o medo não é correr para o rio sem antes preparar um meio para o atravessar, enfrentar o medo é agir cautelosamente, não há portanto sucesso sem virtude.
O Jogo da Vida não é uma composição de minutos, horas ou dias no passado, presente e num eventual futuro, esta é a ilusão.
Na nossa realidade vivemos sempre o momento e este não é mensurável, é contínuo. Não há uma separação ou divisão, não existe nada senão o agora, um suceder de momentos no constante presente agora.
O passado não representa nem mais nem menos que o presente, e o futuro não é senão a atitude confiante e segura de que o agora se perpétua indefinidamente.
É preciso salvaguardar esta segurança mas ao mesmo tempo é preciso negar a ilusão de que o tempo está compartido.O que somos agora é única e exclusivamente uma razão directa da nossa escolha no momento. Portanto tudo o que cria divisões na nossa vida são as escolhas.
Preciso que pensem nisto um pouco agora e um pouco mais tarde – a transição, de um estado de afirmação pessoal definida, para outro estado evoluído a partir desse é a única consistência que permite criar um laço de compreensão entre o que foi, o que é, e o que será, proporcionando uma verdadeira compartimentação do ser não face a um critério tão inapelável como o temporal mas sim face a um critério de apreciação dos vários momentos que estruturam e dão sentido à construção de uma vida.
Podem passar-se cem dias e um jogador estar igual ao que era no primeiro dia, isto porque na verdade não se passou nada senão o desenvolver natural de um ciclo repetitivo em que os dias deram lugar a noites e as noites a dias num processo contínuo, que não precisa de qualquer envolvimento do jogador para se processar – somos por isso remetidos a um nível de responsabilidade absoluta sobre a nossa progressão. O que não quer dizer que o tempo não nos roube a nossa juventude e oportunidades, mas mesmo neste caso deparamo-nos não exactamente com limites absolutos mas antes com a concretização de uma perda que aceitamos com relativa impotência. Basta para isto entendermos que há pessoas nos vários escalões etários que mostram sinais de muito desgaste e cansaço, parecendo às vezes muito mais velhas do que realmente são, enquanto outras pessoas se comportam como jovens muito activos e têm, fisicamente, uma aparência jovial embora acumulem já uma idade avançada.
É na sociedade que bebemos muitos dos conceitos que viciam o nosso espírito e fazem de muitos jogadores verdadeiros viciados numa atitude medrosa que não lhes permite gozar o momento e aproveitar as oportunidades que este oferece.
O medo quando se torna opressivo manifesta-se claramente no nosso estado como aquele sintoma de que tanto se fala na actualidade, o stress.
O stress é a acumulação de momentos preenchidos de uma sensação de impotência face a um ritmo imposto, que não se adequa aos nossos interesses.
Não se deixem viciar pelas ideias nefastas partilhadas pela maioria. A maioria é infeliz e sabe muito pouco sobre o que é necessário para se ser bem sucedido. Quem quer vencer afasta-se dos preconceitos sociais e enfrenta o momento com uma curiosidade renovada procurando soluções e respostas que se adequem às suas necessidades construtivas pessoais.
Depois vou retomar algumas das apreciações e comentários que fiz agora e que não ficaram claros, mas o que quero que guardem para vocês neste momento é que o Jogo é composto por uma série de dimensões relativas, e por isso os jogadores enfrentam muitas vezes obstáculos temporais, espaciais e de outra ordem que podem parecer insuperáveis, mas que realmente não o são.
Nada pode impedir um jogador de se preparar e agir. A garantia do Jogo é que quem se mostrar capaz de o jogar pode obter tudo o que este tem para oferecer.
O Jogo da Vida - A Ilusão (capítulo integralmente transposto)
- Ludwig Wittgenstein, in 'Tratado Lógico-Filosófico'
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Aquilo que impede a maioria das pessoas de enfrentar as suas dificuldades e assumir um comportamento obstinado e radical no sentido do progresso é uma ilusão, que é construída por um esforço colectivo que lhe dá alojamento, na cabeça das pessoas que se consciencializam de uma falsa sensação de progresso. Essa ilusão é o tempo.
O tempo é um factor irreal enquanto consistência existencial sendo determinada como um plano criativo de organização humana, concebido segundo uma percepção humana de uma dimensão que na realidade é apenas importante quando relativa a acontecimentos importantes.
Para poder organizar a sua vida o Homem teve que ordenar uma série de factores sobre os quais precisava assumir uma atitude de controlo e disciplina.
Não deixa de ser curioso que a maioria dos jogadores só se sintam estimulados a agir quando lhes é apresentado um desafio e todos os desafios têm naturalmente obstáculos.
Um obstáculo irreal que o próprio Homem criou é o tempo – uma possibilidade aberta à definição de novas dificuldades desafiantes ligadas a esta dimensão, as metas temporais ou como as designamos normalmente, os prazos.
Apesar do importante estímulo à acção que os prazos representam, a maneira como o Homem organiza a sua vida sendo tão absolutamente condicionado pelo factor temporal é ridícula. Infelizmente os calendários e horários que inicialmente serviram o Homem como forma de orientação, hoje controlam os jogadores de uma forma incrível sendo uma pressão à qual estão muitas vezes submetidos e que os torna em certa medida impotentes.
Pensando bem um dia tem vinte e quatro horas tanto para mim como para qualquer um de vocês mas as tarefas que eu realizo num dia são diferentes das tarefas que as outras pessoas realizam e eu até me demoro mais tempo a realizar a maioria das tarefas que realizo, do que muitas pessoas que realizam tarefas idênticas, e ao mesmo tempo demoro também menos tempo do que muitas outras pessoas.
Em vinte anos um homem pode tornar-se rico e percorrer o mundo e outro homem pode nunca sair da mesma aldeia e continuar pobre como sempre foi.
Obviamente não quero, de todo, propor a abolição da organização temporal da sociedade humana, isso nem sequer seria possível, o que é possível e necessário é relativizar muito a questão do tempo.
O tempo começou por ser uma ficção humana oportunista e tornou-se uma ordenação funcional muitas vezes inoportuna, uma obstrução que avança sobre todos nós como uma forma de pressão constante – uma depressão. Depressão do nosso ritmo pessoal que é esmagado pelo ritmo social – a imposição natural da necessidade de convergência dos esforços da pluralidade que encaixa e conforma qualquer comunidade.
As pessoas deveriam abdicar mais daquilo que lhes é imposto para garantirem o que elas próprias podem estabelecer como prioridades, para que essas sim assumam de facto um lugar prioritário na sua vida.
O que eu quero dizer é que apesar das pessoas estarem obrigadas a cumprir certos deveres é importante que ao mesmo tempo consigam estabelecer dentro do seu espaço de controle um domínio pessoal que lhes permita, sem se afastarem ou perderem noção do ritmo social, ganharem alguma margem para construírem o seu ritmo pessoal. Mas onde eu quero chegar ainda não chegámos.
A verdade é que a maioria das pessoas acaba por ceder à ideia de que as coisas evoluem naturalmente se estiverem vinculadas aos deveres que lhes são impostos e não se afastarem do modelo que lhes é incutido pela afirmação de indução social.
Assumam, para já apenas hipoteticamente, que a sociedade prefere um jogador iludido e falhado que possa ser controlado a um jogador activo que percebe que a sociedade é um organismo que sobrevive na base de uma constante imposição que estabelece para todos um só ritmo, fazendo o tempo trabalhar a seu favor para proteger e garantir a satisfação das suas verdadeiras necessidades.
A sociedade é um corpo, um organismo colectivo que tem ao seu dispor meios competentes para prosseguir fins em nome do bem comum dos seus membros. Contudo e como depois veremos esses fins anunciados são apenas parcialmente concretizados, e são tanto estes fins, como os outros que nunca chegam a ser satisfeitos, que legitimam a imposição da autoridade social, o tal Estado.
O que vamos tentar perceber, mais à frente, é quais são os fins e interesses reais não declarados que o Estado protege e assegura, recorrendo aos seus meios legítimos.
É preciso muito cuidado quando se fala no factor temporal como factor de mudança, dado que o tempo pode apenas arrastar-nos com os outros falhados num plano de contribuição para o êxito dos objectivos daqueles que têm êxito impondo a sua vontade.
No Jogo da Vida todos os jogadores se deparam com dificuldades que os separam dos seus objectivos.
Na base de uma aferição de critérios que permitam avaliar os jogadores face às dificuldades que enfrentam, podemos fazer uma diferenciação entre atitudes que definem vários tipos de jogadores. Temos os jogadores que no percurso para o sucesso quando se deparam com um grande rio que os separa do seu destino constroem um barco com remos para chegar à outra margem, e estes são os jogadores que vencem. Depois temos aqueles jogadores que quando vêem à sua frente um obstáculo tão grande como um rio perdem o interesse no seu objectivo e procuram outro menos difícil. Temos também aqueles jogadores que quando deparados com um grande rio ficam na sua margem esperando que com o tempo alguém construa uma ponte para o outro lado ou que passe um barco que os leve para a outra margem. E por fim temos aqueles jogadores que se atiram ao rio e gritam “Jerónimo!” enquanto pedem à sorte que um milagre os leve até à margem oposta, sendo que alguns conseguem lá chegar mas a maioria morre afogada (de qualquer forma mesmo os que se safam acabam um dia por se afogar).
Estes últimos exemplificam uma atitude de desrespeito para com a sua própria vida na medida em que se deixam, constantemente, ficar numa posição em que não têm controlo sobre o seu destino e isto acaba por causar a estes jogadores perdas insuportáveis. Ninguém pode ser bem sucedido se não enfrentar o seu medo, mas enfrentar o medo não é correr para o rio sem antes preparar um meio para o atravessar, enfrentar o medo é agir cautelosamente, não há portanto sucesso sem virtude.
O Jogo da Vida não é uma composição de minutos, horas ou dias no passado, presente e num eventual futuro, esta é a ilusão.
Na nossa realidade vivemos sempre o momento e este não é mensurável, é contínuo. Não há uma separação ou divisão, não existe nada senão o agora, um suceder de momentos no constante presente agora.
O passado não representa nem mais nem menos que o presente, e o futuro não é senão a atitude confiante e segura de que o agora se perpétua indefinidamente.
É preciso salvaguardar esta segurança mas ao mesmo tempo é preciso negar a ilusão de que o tempo está compartido.O que somos agora é única e exclusivamente uma razão directa da nossa escolha no momento. Portanto tudo o que cria divisões na nossa vida são as escolhas.
Preciso que pensem nisto um pouco agora e um pouco mais tarde – a transição, de um estado de afirmação pessoal definida, para outro estado evoluído a partir desse é a única consistência que permite criar um laço de compreensão entre o que foi, o que é, e o que será, proporcionando uma verdadeira compartimentação do ser não face a um critério tão inapelável como o temporal mas sim face a um critério de apreciação dos vários momentos que estruturam e dão sentido à construção de uma vida.
Podem passar-se cem dias e um jogador estar igual ao que era no primeiro dia, isto porque na verdade não se passou nada senão o desenvolver natural de um ciclo repetitivo em que os dias deram lugar a noites e as noites a dias num processo contínuo, que não precisa de qualquer envolvimento do jogador para se processar – somos por isso remetidos a um nível de responsabilidade absoluta sobre a nossa progressão. O que não quer dizer que o tempo não nos roube a nossa juventude e oportunidades, mas mesmo neste caso deparamo-nos não exactamente com limites absolutos mas antes com a concretização de uma perda que aceitamos com relativa impotência. Basta para isto entendermos que há pessoas nos vários escalões etários que mostram sinais de muito desgaste e cansaço, parecendo às vezes muito mais velhas do que realmente são, enquanto outras pessoas se comportam como jovens muito activos e têm, fisicamente, uma aparência jovial embora acumulem já uma idade avançada.
É na sociedade que bebemos muitos dos conceitos que viciam o nosso espírito e fazem de muitos jogadores verdadeiros viciados numa atitude medrosa que não lhes permite gozar o momento e aproveitar as oportunidades que este oferece.
O medo quando se torna opressivo manifesta-se claramente no nosso estado como aquele sintoma de que tanto se fala na actualidade, o stress.
O stress é a acumulação de momentos preenchidos de uma sensação de impotência face a um ritmo imposto, que não se adequa aos nossos interesses.
Não se deixem viciar pelas ideias nefastas partilhadas pela maioria. A maioria é infeliz e sabe muito pouco sobre o que é necessário para se ser bem sucedido. Quem quer vencer afasta-se dos preconceitos sociais e enfrenta o momento com uma curiosidade renovada procurando soluções e respostas que se adequem às suas necessidades construtivas pessoais.
Depois vou retomar algumas das apreciações e comentários que fiz agora e que não ficaram claros, mas o que quero que guardem para vocês neste momento é que o Jogo é composto por uma série de dimensões relativas, e por isso os jogadores enfrentam muitas vezes obstáculos temporais, espaciais e de outra ordem que podem parecer insuperáveis, mas que realmente não o são.
Nada pode impedir um jogador de se preparar e agir. A garantia do Jogo é que quem se mostrar capaz de o jogar pode obter tudo o que este tem para oferecer.
O Jogo da Vida - A Ilusão (capítulo integralmente transposto)

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