Sonho, delírio imanente da essência humana. Espera-se que assim seja, pelo menos. Mesmo quando a esperança desvanece, o sonho permanece e insiste em dar-nos alento para percorrermos este penoso percurso que é a vida.
O homem é um ser naturalmente insatisfeito, por isso sonha. Sonha com uma condição melhor, sonha com um efémero momento de plena satisfação e quando (se) finalmente cumpre o sonho, insatisfeito fica, sonhando ainda mais alto.
Eu tenho o sonho de cumprir os meus sonhos. Mas não sei se tenho coragem para o fazer. Esse ente estranho a que chamamos «sociedade» é dotado de mecanismos de absorção muito fortes, que nos impõem um caminho de vida que não desejamos realmente, mas que acabamos por escolher. Conformismo, chamam-lhe alguns.
Eu tenho o sonho de não me conformar e de ter coragem para fazer da minha vida aquilo que eu realmente quero e não aquilo que esperam que eu queira...
Isto tudo porque alguém que me é muito próximo teve a coragem de se despedir de um emprego já estável e de ir dar a volta ao mundo, com os trocos que tinha guardado de uns poucos anos de trabalho. Dito assim parece um cliché, «ah, foi dar a volta ao mundo», mas é muito mais que isso. Sonhar é viver e ele foi viver o seu sonho. Gostava de um dia ter a coragem para o fazer também.
O homem é um ser naturalmente insatisfeito, por isso sonha. Sonha com uma condição melhor, sonha com um efémero momento de plena satisfação e quando (se) finalmente cumpre o sonho, insatisfeito fica, sonhando ainda mais alto.
Eu tenho o sonho de cumprir os meus sonhos. Mas não sei se tenho coragem para o fazer. Esse ente estranho a que chamamos «sociedade» é dotado de mecanismos de absorção muito fortes, que nos impõem um caminho de vida que não desejamos realmente, mas que acabamos por escolher. Conformismo, chamam-lhe alguns.
Eu tenho o sonho de não me conformar e de ter coragem para fazer da minha vida aquilo que eu realmente quero e não aquilo que esperam que eu queira...
Isto tudo porque alguém que me é muito próximo teve a coragem de se despedir de um emprego já estável e de ir dar a volta ao mundo, com os trocos que tinha guardado de uns poucos anos de trabalho. Dito assim parece um cliché, «ah, foi dar a volta ao mundo», mas é muito mais que isso. Sonhar é viver e ele foi viver o seu sonho. Gostava de um dia ter a coragem para o fazer também.
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