![[meet44.jpg]](https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh3CybR_ZpIULIiC9DW6CHIwfQ-NEnS1Czu5SE2ux8mPUT3vPseYkGRQjMypvbxHbX05LCzch6D-_ASvr5F1pHtvg6Kp4uSBjom25w3rSpYKxMrd0dn0VSSYlImnAPMK2x0Bwvk/s1600/meet44.jpg)
Vamos fazer assim: Eu gosto de ti, tu gostas de mim. Fim.
Não te parece uma boa história, com um final feliz? A mim agrada-me. Podíamos chamar-lhe - Eu e tu, ontem foi um dia bom. Eu sei é um título estranho mesmo para um post, mas se entendermos os dois o que quer dizer acho que mais ninguém tem alguma coisa a ver com isso. O que achas? Bem, não digas nada... A verdade é que não interessa e se me quiseres entender é só isso o que interessa.
Acho que fica demasiada pressão em cima de nós quando uma coisa corre bem e um momento é bem aproveitado, porque parece que fica pendente uma chance de perpetuação, quase como uma promessa. O único facto no meio de tudo isto é que há coisas certas e coisas erradas. E às vezes as coisas certas não são as mais simpáticas e as erradas conseguem ser mesmo muito simpáticas connosco. Mas isso é uma graça, um dia de sorte... Numa linha comprida daqui até um dia bem lá à frente só resulta o que sabemos que está certo e insistir nas coisas erradas não nos leva a lado nenhum, só nos faz esquecer a sorte que se perdeu naquele dia lá atrás. Portanto, este é o Fim, a seguir vem o genérico e eu e tu... os nossos nomes vão aparecer em letras brancas contra o negrume... E é tudo.
Já agora gostava que não me culpasses. Foi o guião que nos deram para a mão. Este é o meu personagem, não é que eu queira ser assim mas é assim que sou... tal como tu. Estou certo que também tu às vezes te debates com a tua personagem e sentes que gostavas de mudar alguns traços na sua personalidade mas o facto é que não decidimos essas coisas, isso está na mão de quem nos escreve. Somos actores, dramatizamos o texto e tentamos dar-lhe uma sensação real, mais nada.
Este filme será uma linha a mais no teu currículo, será uma experiência que te endureceu nesta vida de actriz. As nossas carreiras seguem destinos próprios e não vale a pena tentarmos manter uma relação que existia para as câmaras. Vamos seguir em frente e assim ninguém se enganou, fomos os dois profissionais e cumprimos com os objectivos românticos que os nossos papéis nos exigiram. Gostei de trabalhar contigo e detestava pensar que vais ficar com a ideia de que te enganei. Ainda bem que acreditaste na minha personagem, também eu acreditei na tua mas agora não vamos poder continuar o filme porque depois da cena final o inspirado escritor pousou a caneta e nós não temos para escrever o jeito que temos para representar.
Um beijo e adeus
Não te parece uma boa história, com um final feliz? A mim agrada-me. Podíamos chamar-lhe - Eu e tu, ontem foi um dia bom. Eu sei é um título estranho mesmo para um post, mas se entendermos os dois o que quer dizer acho que mais ninguém tem alguma coisa a ver com isso. O que achas? Bem, não digas nada... A verdade é que não interessa e se me quiseres entender é só isso o que interessa.
Acho que fica demasiada pressão em cima de nós quando uma coisa corre bem e um momento é bem aproveitado, porque parece que fica pendente uma chance de perpetuação, quase como uma promessa. O único facto no meio de tudo isto é que há coisas certas e coisas erradas. E às vezes as coisas certas não são as mais simpáticas e as erradas conseguem ser mesmo muito simpáticas connosco. Mas isso é uma graça, um dia de sorte... Numa linha comprida daqui até um dia bem lá à frente só resulta o que sabemos que está certo e insistir nas coisas erradas não nos leva a lado nenhum, só nos faz esquecer a sorte que se perdeu naquele dia lá atrás. Portanto, este é o Fim, a seguir vem o genérico e eu e tu... os nossos nomes vão aparecer em letras brancas contra o negrume... E é tudo.
Já agora gostava que não me culpasses. Foi o guião que nos deram para a mão. Este é o meu personagem, não é que eu queira ser assim mas é assim que sou... tal como tu. Estou certo que também tu às vezes te debates com a tua personagem e sentes que gostavas de mudar alguns traços na sua personalidade mas o facto é que não decidimos essas coisas, isso está na mão de quem nos escreve. Somos actores, dramatizamos o texto e tentamos dar-lhe uma sensação real, mais nada.
Este filme será uma linha a mais no teu currículo, será uma experiência que te endureceu nesta vida de actriz. As nossas carreiras seguem destinos próprios e não vale a pena tentarmos manter uma relação que existia para as câmaras. Vamos seguir em frente e assim ninguém se enganou, fomos os dois profissionais e cumprimos com os objectivos românticos que os nossos papéis nos exigiram. Gostei de trabalhar contigo e detestava pensar que vais ficar com a ideia de que te enganei. Ainda bem que acreditaste na minha personagem, também eu acreditei na tua mas agora não vamos poder continuar o filme porque depois da cena final o inspirado escritor pousou a caneta e nós não temos para escrever o jeito que temos para representar.
Um beijo e adeus