![[index_02.jpg]](https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgfvpxHhjgF2ka_C-zx1tFCkYvKgQCCyrFSI5utiSiv1aagNuD-IQZwlJf_-duaUvRfocF1p9NxFTNl0BufNWLgX9046BBrKjvsv9D2RBoZsuDMrpGfcerqUh1h0K37hcCxRJz7/s1600/index_02.jpg)
Saí agora da sala e ainda venho com a cabeça cheia das sensações e ideias que este filme faz mexer em nós. O homem responsável por mais um óptimo produto cinematográfico é o Nick Cassavetes que já nos tinha dado um milagre - The Notebook. Este filme é muito diferente, é especial por muitas razões mas continua a viver das fabulosas interpretações que o realizador saca dos seus actores. O filme é uma aventura interessante e vai alimentando-se de cenas com imenso ritmo que capturam os nossos seis sentidos e ainda nos fazem tentar comunicar com os persongens no ecrã. Eu não gosto de limitar uma obra excelente e sinto sempre que sou injusto na medida em que começo a preparar uma crítica mais ou menos elaborada, isto porque uma crítica não passa de uma sombra para o corpo de um bom filme. Um bom filme sempre nos ultrapassa. Assim os filmes que realmente me agradam não os discuto, nem crítico, guardo-os cá dentro e recomendo-os.
Gostava de dedicar este filme aos filhos da puta de quem eu não gostei à primeira vista e que não me conquistam nas sucessivas vistas que lhes deito e já que esses não vão tirar muito desta história recomendo-a aos que não precisam de sair do seu caminho e experimentar aquilo que sempre lhes pareceu vicioso.
No final é importante não esquecermos que não temos que convencer ninguém (nem a nós próprios) basta a todos os momentos sabermos sentir o que faz e não faz sentido.
Gostava de dedicar este filme aos filhos da puta de quem eu não gostei à primeira vista e que não me conquistam nas sucessivas vistas que lhes deito e já que esses não vão tirar muito desta história recomendo-a aos que não precisam de sair do seu caminho e experimentar aquilo que sempre lhes pareceu vicioso.
No final é importante não esquecermos que não temos que convencer ninguém (nem a nós próprios) basta a todos os momentos sabermos sentir o que faz e não faz sentido.
Sem comentários:
Enviar um comentário