inclino-me sobre um rio gelado e escuro
de súbito, estrelas caem do céu
e eu corro de encontro à minha sanidade
estarei perdida mas acordo
na estrada exacta do teu sonho
tão vago como profundo
viajo agora por entre as linhas
do teu rosto, imagem fugitiva e ausente
dormes e é em ti que habito
não tenhas pressa que o tempo é lento
não tenhas medo da manhã faminta
do silêncio e das coisas inúteis
2 comentários:
Peço perdão: por favor, tirar o i de caem. o poema não merece essa distracção.
olá daniel, não tens de pedir perdão. e também não foi distracção, foi tropeção na gramática. obrigada pela tua atenção
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