
Entre tantas coisas que não posso dizer tento escapar-me para os lugares onde nós nos podemos entender mutuamente sem deixarmos que nos apontem o dedo.
Tenho visto a estupidez como a uma coisa viva e não posso ser demasiado inconveniente só posso dar-lhe umas pauladas rindo, usando os momentos de diversão como se estivesse só a gozar uma situação engraçada. Na verdade a estupidez entristece, entedia, abastarda e intoxica a nossa vida. A nossa estupidez é a pior mas a dos outros é o alimento da nossa.
Eu venho às vezes de lugares onde não podemos conversar a sério, podemos rir e dizer evidências, podemos pedir muitas vezes que nos passem o sal e convém que concordemos com quem para nós sorri.
Quando estou só acalmo-me e reconsidero as coisas com a leveza de quem se livrou de uma situação que não mais vai ter que aturar e assim tudo o que é mau se torna relativamente desinteressante, desimportante e até inconsciente. Mas o meu problema é que ainda não perdi o hábito de procurar sempre a qualidade que mais aprecio, e procuro-a em todas as pessoas que posso conhecer - a disponibilidade.
A disponibilidade é uma qualidade que nos torna pessoas dotadas, curiosas e interessantíssimas. Ando sempre à procura dessas pessoas. Não interessa quem sejam, nem que opiniões ou vínculos as consumam, sinto-me sempre acompanhado junto de pessoas disponíveis, disponíveis, disponíveis mesmo... São uma raça de inteligência à parte, são elos de ligação à vida. Só me sinto em boa companhia quando partilho qualquer coisa com uma pessoa disponível. É uma categoria de gente elevada que exigem de si mesmas fulgor, espírito e vontade... São pessoas raras que nos acontecem quase por milagre, e tocam-nos...
Tenho visto a estupidez como a uma coisa viva e não posso ser demasiado inconveniente só posso dar-lhe umas pauladas rindo, usando os momentos de diversão como se estivesse só a gozar uma situação engraçada. Na verdade a estupidez entristece, entedia, abastarda e intoxica a nossa vida. A nossa estupidez é a pior mas a dos outros é o alimento da nossa.
Eu venho às vezes de lugares onde não podemos conversar a sério, podemos rir e dizer evidências, podemos pedir muitas vezes que nos passem o sal e convém que concordemos com quem para nós sorri.
Quando estou só acalmo-me e reconsidero as coisas com a leveza de quem se livrou de uma situação que não mais vai ter que aturar e assim tudo o que é mau se torna relativamente desinteressante, desimportante e até inconsciente. Mas o meu problema é que ainda não perdi o hábito de procurar sempre a qualidade que mais aprecio, e procuro-a em todas as pessoas que posso conhecer - a disponibilidade.
A disponibilidade é uma qualidade que nos torna pessoas dotadas, curiosas e interessantíssimas. Ando sempre à procura dessas pessoas. Não interessa quem sejam, nem que opiniões ou vínculos as consumam, sinto-me sempre acompanhado junto de pessoas disponíveis, disponíveis, disponíveis mesmo... São uma raça de inteligência à parte, são elos de ligação à vida. Só me sinto em boa companhia quando partilho qualquer coisa com uma pessoa disponível. É uma categoria de gente elevada que exigem de si mesmas fulgor, espírito e vontade... São pessoas raras que nos acontecem quase por milagre, e tocam-nos...
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