
Logo pela manhã
dizem-me carrancuda a expressão
da minha face.
Escarninho não respondo.
Para quê as palavras
ante a evidência das rugas?
A esferográfica escreve
o que sinto
e explícita a face hostil
reduz a mim mesmo
a tristeza do que nos sucede.
Depois...
é só passar à maquina.
- José Craveirinha
1 comentário:
a imagem ilustra muito bem este poema deste homem da minha Terra.
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