Quando ela se queixou e me disse
que eu até já chorava palavras
eu descansei-a e disse-lhe
que a minha caneta
deitava lágrimas
Quando ela se queixou e me disse
que eu já não dizia que a amava
eu descansei-a e escrevi-lhe
um pequeno poema
que dizia só:
Eu amo-te tanto, tanto
mas se tu não o vês nos meus olhos
não queiras entendê-lo nas minhas palavras.
5 comentários:
...e do olhar à palavra, questiona-se somente a mudança de expressão...
parabéns pela poesia!
Que coisa tão feia apagar o comentário de alguém que acha a tua poesia uma merda. Isso deve impedir-te de dizer que a poesia dos outros é uma merda também, não?
É que é claro como a água que a tua poesia é mesmo uma merda.
uma merda!
que tipo de merda?
descreve por favor...
uma merda sólida
ou assim meio líquida?
uma merda animal ou mais humana
uma merda verde, amarela ou já castanha?
uma merda que não diz nada
ou uma merda que tem imenso a dizer?
desculpa se apaguei o teu comentário
é que ele dizia tão pouca coisa que pensei que fosse uma merda
mas depois disseste isto e eu pensei... uma merda? pois uma merda pode ter o seu interesse
agora que tipo de merda é, tipo excremento como o teu ou assim mais como extrume que fertiliza?
gostava de perceber o teu interesse no meio disto
no meio da merda
e como de merda falas tu bem gostava de perceber que merda é que tu queres daqui...
abraço mosca
...feio, é ver que ainda existem os que se tendem a vangloriar com juízos críticos (pronegativo)não com o intuito de postular algum valor, mas de modo a relativizar o valor do outro.
Não sou poetisa, mas sei que até com palavras largadas se faz poesia, desde que para quem a escreveu tenha todo o significado!
locus
Tomara a certos e determinados intelectualóides ter a lucidez, a profudeza e por vezes a dureza salutar da tua escrita.Quem tentar diminuir-te é porque te inveja.Um grande beijo,Paula Alegria.
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