
O revolucionário não deve cair no erro de confiar alguma vez na vontade de mudança que o povo expressa quando fala do seu descontentamento. Não são os descontentes que produzem a mudança mas sim os que confiam. O descontentamento gera na maioria absurda das pessoas uma desconfiança de tudo, o que acaba por se manifestar na letargia popular.
Quem produz a mudança são as poucas vozes que se conseguem fazer ouvir e que num determinado momento crítico se alinham e dão ao povo a sensação de uma nova direcção mais popular, mais "na moda", e, como num rebanho de ovelhas, as de trás seguem as da frente - se as da frente ignorarem o pastor e caso o cão pastor esteja mais interessado em coçar-se do que em fazer o seu trabalho, pode dar-se uma revolução (nós gostamos de lhes chamar revoluções mas no caso de um rebanho seria apenas um monte de ovelhas muito excitadas e cada vez mais perdidas). Mas é claro que as revoluções são demasiado efémeras; há sempre uma ovelha que apanha um cajado do chão veste as peles de outra ovelha e se torna o novo pastor.
Quem produz a mudança são as poucas vozes que se conseguem fazer ouvir e que num determinado momento crítico se alinham e dão ao povo a sensação de uma nova direcção mais popular, mais "na moda", e, como num rebanho de ovelhas, as de trás seguem as da frente - se as da frente ignorarem o pastor e caso o cão pastor esteja mais interessado em coçar-se do que em fazer o seu trabalho, pode dar-se uma revolução (nós gostamos de lhes chamar revoluções mas no caso de um rebanho seria apenas um monte de ovelhas muito excitadas e cada vez mais perdidas). Mas é claro que as revoluções são demasiado efémeras; há sempre uma ovelha que apanha um cajado do chão veste as peles de outra ovelha e se torna o novo pastor.
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