Seguia os sinais.
Cedia a prioridade,
obedecia aos sentidos obrigatórios,
parava no vermelho,
avançava quando todos avançavam.
E acontecia, por vezes,
a caminho de casa,
desejar que alguém a fizesse parar
para lhe dizer alguma coisa.
Não um convite,
não uma resposta (não tinha perguntas),
mas uma ordem.
Onde ir, o que fazer, o que pensar,
como evitar cair
no buraco aberto no seu próprio peito.
- La Mariée
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