ligo os ramos com as margens
e quando se perdem os portos e escurecem as trilhas
visto o assombro cativo
nas asas da borboleta
atrás do forte das espigas e da luz na
morada da doçura.
- Adonis
(tradução de Michel Sleiman)
in [poemas], Companhia das letras
Sem comentários:
Enviar um comentário