sexta-feira, outubro 12, 2012

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«A noite vai cair e no céu formigará uma poeirada de estrelas. E, como sempre, estarei à beira-mar, fumando. Decidi não responder à última carta de Clea. Não quero dominar mais ninguém, não quero fazer mais promessas, não quero pensar na vida em termos de pactos, de resoluções, de contratos. Cabe a Clea interpretar o meu silêncio consoante os seus próprios interesses e os seus próprios desejos, de vir juntar-se a mim ou de não vir, conforme sinta, ou não, que necessita fazê-lo. Não dependem todas as coisas da interpretação que damos ao silêncio que nos rodeia?»
final de Justine

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