tenho todos os direitos reservados
sobre estes versos que ninguém
se lembraria de mos roubar
e se mos roubassem
que feliz eu ficaria
mas isso não acontece.
Posso deixá-los cair do bolso
e fingir-me desatento
mas se alguém os apanha
é para mos vir devolver
"olhe deixou cair isto"
eu olho para os versos
"isso... não, isso não é meu"
e fujo para uma distância
quase quase segura
e observo a pessoa
que olha para os meus versos
encolhe os ombros
e volta a atirá-los para o chão.
1 comentário:
ou talvez não,
olha eu percebo que procures um Fight Club, mas espero que não seja comigo, eu agora ando noutra-koisa club, esse já foi, ficou uma boa recordação,
não sei se isto te diz respeito:
"
Quando diminuímos a marcha, quando relaxamos dentro do medo, encontramos a tristeza que é calma e branda.
(...)
O nascimento do guerreiro é como o primeiro rebento dos chifres de uma rena.
(...)
Então já não precisa sentir-se tímido e envergonhado por ser sensível e terno.
"
Shambhala, Chögyam Trungpa, pag. 52
mas cada um tem o seu tempo
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