jogamos com as palavras
da mesma maneira
que adivinhamos os deuses
a jogarem com os homens
e se num momento
isto nos parece pouco
é como nos distraímos
disso de sermos apenas
peças para mãos maiores
e assim ocupados estamos
com estas peças infinitas
e também nos sentimos
donos de algum mundo
que mundo é?
é o do faz de conta.
1 comentário:
Num certo sentido deveríamos ter a sensação de carregar um grande fardo: o fardo de ajudar o mundo. Não podemos nos esquivar a essa responsabilidade para com os outros. Porém, se assumimos essa fardo como um prazer, podemos realmente libertar o mundo. O meio é este começar por nós mesmos.
Shambala, pag. 43
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Sendo trivial não deixa de ser bom recordar
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