
Sem grandes complexos elas próprias se chamavam putas doidas... E a noite toda dançavam.
Quem as via via mulheres feias, muitas delas eram gordas, tinham um cabelo tão fraco que realmente mostrava que o cabelo é matéria morta a ser cuspida do topo da cabeça... Nelas tudo se tornava ostensivo... Algumas eram magras e pareciam mal alimentadas, outras eram demasiado atarracadas, tinham a cintura demasiado em baixo ou demasiado em cima, eram todas tão mal feitonas aquelas putonas - como lhes chamavam os homens.
Ninguém nunca as fodera ou pelo menos ninguém o admitia, porque estas não eram putas como as outras, estas tinham um orgulho de mentira em serem putas... Já tinham desistido dos seus sonhos há muito tempo, já nem se lembravam dos sonhos que um dia haviam sonhado e gozavam as meninas novas que sonhavam, muitas delas ainda não sabiam mas viriam a ser também um dia mais tarde putonas como aquelas velhas largadas que ninguém respeitava.
Tinham-se umas às outras e mais ninguém, mas era uma companhia de cirscuntância, uma companhia tão quente como a companhia que os mortos fazem uns aos outros enterrados nas sepulturas de um mesmo cemitério.
Estas tipas não eram mulheres, embora se quisessem achar as verdadeiras mulheres, as mulheres independentes, as mulheres que não precisam de homens ou da vaidade ou da beleza ou da atenção e apreciação dos outros, estas mulheres eram monstruosidades. Monstruosidades belas - era o que gostavam de achar sobre si mesmas.
Tinham bocas enormes que se haviam adaptado aos mais variados tipos de caralhos dos homens mais nojentos e porcos que se entregam à bebida, às drogas e ao desespero da companhia duma destas putas que um dia foram mulheres e que com a luz certa ainda podem parecer uma a um bêbado ou drogado...
Sabiam histórias horrendas, todos os dias tinham histórias novas, recebiam-nas umas das bocas das outras e depois contavam-nas na primeira pessoa porque não lhes importava mais nada a não ser a experiência misturada da verdade e da mentira sempre grotescas.
Estou a falar-vos de uns seres que se misturam com os humanos, por vezes conseguem misturarar-se entre mulheres e são a personificação da podridão, gente que só está bem onde há algum mal, tristeza, horror... Gente que se habituou a viver num quadro medieval pintado para assustar as pessoas ameaçando-as com visões do inferno, de lugares e pessoas demoníacas...
É claro que estas putas vivem e dançam no meio de nós.
Não enganam nenhum homem ou mulher mas há quem esteja perdido e encontre estas medusas que se julgam bruxas poderosas, e o seu poder na verdade é só um... Somem a palavra mal a cada verbo e têm uma descrição das capacidades e poderes delas.
Quem as via via mulheres feias, muitas delas eram gordas, tinham um cabelo tão fraco que realmente mostrava que o cabelo é matéria morta a ser cuspida do topo da cabeça... Nelas tudo se tornava ostensivo... Algumas eram magras e pareciam mal alimentadas, outras eram demasiado atarracadas, tinham a cintura demasiado em baixo ou demasiado em cima, eram todas tão mal feitonas aquelas putonas - como lhes chamavam os homens.
Ninguém nunca as fodera ou pelo menos ninguém o admitia, porque estas não eram putas como as outras, estas tinham um orgulho de mentira em serem putas... Já tinham desistido dos seus sonhos há muito tempo, já nem se lembravam dos sonhos que um dia haviam sonhado e gozavam as meninas novas que sonhavam, muitas delas ainda não sabiam mas viriam a ser também um dia mais tarde putonas como aquelas velhas largadas que ninguém respeitava.
Tinham-se umas às outras e mais ninguém, mas era uma companhia de cirscuntância, uma companhia tão quente como a companhia que os mortos fazem uns aos outros enterrados nas sepulturas de um mesmo cemitério.
Estas tipas não eram mulheres, embora se quisessem achar as verdadeiras mulheres, as mulheres independentes, as mulheres que não precisam de homens ou da vaidade ou da beleza ou da atenção e apreciação dos outros, estas mulheres eram monstruosidades. Monstruosidades belas - era o que gostavam de achar sobre si mesmas.
Tinham bocas enormes que se haviam adaptado aos mais variados tipos de caralhos dos homens mais nojentos e porcos que se entregam à bebida, às drogas e ao desespero da companhia duma destas putas que um dia foram mulheres e que com a luz certa ainda podem parecer uma a um bêbado ou drogado...
Sabiam histórias horrendas, todos os dias tinham histórias novas, recebiam-nas umas das bocas das outras e depois contavam-nas na primeira pessoa porque não lhes importava mais nada a não ser a experiência misturada da verdade e da mentira sempre grotescas.
Estou a falar-vos de uns seres que se misturam com os humanos, por vezes conseguem misturarar-se entre mulheres e são a personificação da podridão, gente que só está bem onde há algum mal, tristeza, horror... Gente que se habituou a viver num quadro medieval pintado para assustar as pessoas ameaçando-as com visões do inferno, de lugares e pessoas demoníacas...
É claro que estas putas vivem e dançam no meio de nós.
Não enganam nenhum homem ou mulher mas há quem esteja perdido e encontre estas medusas que se julgam bruxas poderosas, e o seu poder na verdade é só um... Somem a palavra mal a cada verbo e têm uma descrição das capacidades e poderes delas.
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