Neste post quero abordar o tema dos Reality Shows, chamados assim porque supostamente retratam a realidade, quando o único que fazem é pervertê-la. Mas o grande problema é que estes programas não vêm sós, estão integrados muna odiosa e corrupta estrutura cor-de-rosa. É como um eficaz sistema de contágio de estupidez respaldado pelas grandes cadeias televisivas. “I feel stupid, it´s contagious” (smells like teen spirit).
É uma indústria afeminada, mesquinha e que alimenta esta grande torre de ilusões efêmeras que nos escravizam em um mundo que não é real. É a indústria cor-de-rosa.
Os reality shows são como uma lavagem cerebral. As pessoas passam o seu tempo livre em casa á frente da televisão envolvidos por estes mundos virtuais, em que se dedicam a observar a vida de outras pessoas e a comentá-las. “Quem anda com quem”; “Quem diz o quê?”; “Aquele disse mal do outro.” É este tipo de especulações que ocupa os telespectadores dos reality shows. Isto encoraja o meter-se na vida dos outros, dos vizinhos, dos companheiros de trabalho, de escola, de qualquer um. E não pára por aí. Neste tipo de programas a regra é dizer mal, fazer intrigas, apontar o dedo sem nenhuma razão significativa. Este tipo de comportamentos acabam por definir a idéia de convivência da generalidade das pessoas.
E o que dizer de programas como crônicas marcianas, em que os intervenientes são um bando de putas e gays descontrolados que têm como única função dizer mal das pessoas, á semelhança do que acontece em todos “los programas del corazon” que monopolizam as cadeias televisivas espanholas?
Não tenho vontade de escrever mais sobre este tema de momento porque me começaram a dar náuseas.
É uma indústria afeminada, mesquinha e que alimenta esta grande torre de ilusões efêmeras que nos escravizam em um mundo que não é real. É a indústria cor-de-rosa.
Os reality shows são como uma lavagem cerebral. As pessoas passam o seu tempo livre em casa á frente da televisão envolvidos por estes mundos virtuais, em que se dedicam a observar a vida de outras pessoas e a comentá-las. “Quem anda com quem”; “Quem diz o quê?”; “Aquele disse mal do outro.” É este tipo de especulações que ocupa os telespectadores dos reality shows. Isto encoraja o meter-se na vida dos outros, dos vizinhos, dos companheiros de trabalho, de escola, de qualquer um. E não pára por aí. Neste tipo de programas a regra é dizer mal, fazer intrigas, apontar o dedo sem nenhuma razão significativa. Este tipo de comportamentos acabam por definir a idéia de convivência da generalidade das pessoas.
E o que dizer de programas como crônicas marcianas, em que os intervenientes são um bando de putas e gays descontrolados que têm como única função dizer mal das pessoas, á semelhança do que acontece em todos “los programas del corazon” que monopolizam as cadeias televisivas espanholas?
Não tenho vontade de escrever mais sobre este tema de momento porque me começaram a dar náuseas.
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